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Corpo do taxista Nilson Ferreira, do Recife-PE, é encontrado em estado de decomposição

corpo do taxista Nilson Ferreira do Recife-PE é encontrado
Nilson Ferreira, de 54 anos, era motorista auxiliar há pelo menos 25 anos - Foto: Divulgação

O corpo do taxista recifense Nilson Ferreira, conhecido como Bigode, foi encontrado em estado de decomposição nesta segunda-feira (25), às margens da BR-101, numa área de mata no bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife, em Pernambuco. O taxista estava desaparecido desde o último sábado (23), e sua família reconheceu o corpo, que estava bastante machucado.

Embora as informações ainda não sejam oficialmente confirmadas pela polícia, há suspeitas de que Nilson tenha sido vítima de latrocínio, que é roubo seguido de morte. Nem os pertences do taxista, nem o táxi, foram encontrados até o momento.

Segundo relatos de um colega que conhecia Nilson, há suspeitas de que uma jovem de 23 anos, que ele teria conhecido através de aplicativos de mensagens, possa estar envolvida. Supostamente, ela teria levado Nilson para uma emboscada no bairro do Jordão, onde teriam sido vistos juntos no último sábado. “Foi uma garota que ele conheceu num aplicativo, de 23 anos. Levou ele pra casa de um pessoal, lá no Jordão, e lá fizeram essa barbaridade com ele. Acho que foram beber, depois assassinaram ele e jogaram pelo muro. As fotos que estavam lá eram dele mesmo. Mataram bigode mesmo!”

A família fez o reconhecimento inicial por fotos enviadas pela polícia, mas ainda será necessário um reconhecimento oficial no Instituto Médico Legal do Recife, para onde o corpo foi levado. Nilson Ferreira, de 54 anos, era motorista auxiliar há pelo menos 25 anos e costumava rodar à noite nos pontos de táxi do Recife Antigo e do Shopping Boa Vista. Ele estava separado e morava com a mãe.

O taxista foi sepultado no ínicio da tarde dessa terça-feira (26), no Cemitério Paroquial, na Rua Padre Diogo Rodrigues, 870, Barro.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes, na tentativa de esclarecer os detalhes e encontrar os responsáveis por essa tragédia.

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Uma resposta

  1. Lamentável! Enquanto existir liberdade na audiência de custódia, enquanto não existir uma punição severa para esse tipo de crime e com “penas” exemplares, com agravantes e sem atenuantes, enquanto “Os Direitos Humanos” não agir a favor da vítima e ficar desviando da função em defender bandido, a bandidagem vai continuar agindo nas sombras da impunidade e o trabalhador pagando com a vida! Viva a “ justiça”!

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