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Resenhas nos pontos

Mais uma vez o Sindicato dos Taxistas de Salvador mostrou-se como uma entidade omissa e sem qualquer vontade de fazer o seu papel. Não esteve à frente da enquete, pelo menos não houve nenhuma manifestação da diretoria em público. Aliás, o que essas pessoas fazem ali? Por que tanto apego a um órgão que definha a cada ano? E, agora, sem a Contribuição Sindical, como eles conseguirão pagar as despesas? Essas e outras perguntas continuam sem respostas e deixam uma pulga atrás da orelha. O que está por detrás que impede que este grupo não renuncie? Perguntar não ofende. Com a palavra o Sinditaxi.

 

Ao pagarem pela vistoria de 2017, os taxistas deveriam ter recebido o selo de táxi vistoriado e o adesivo com informações sobre o serviço para os passageiros, que ficava em um dos vidros traseiro do veículo. O custo destes adesivos já está embutido na tarifa da vistoria, R$ 79,64. O problema é que a prefeitura cobra, mas não entrega os adesivos. Durante o ano passado, a justificativa da Coordenação de Táxi e Transportes Especiais era de que a gráfica responsável pela confecção dos adesivos não havia cumprido com o prazo de entrega. O ano passou e ninguém recebeu o adesivo. Este ano, os taxistas passarão por vistoria novamente. Resta saber se a prefeitura irá cobrar novamente pelos adesivos ou se os taxistas terão direito a um crédito.

 

Os taxistas que fazem fila na Rodoviária de Salvador estão comemorando o retorno do início da fila para o local de antes, próximo da lombada. A Transalvador havia recuado o início da fila, instalando uma placa de proibido estacionar no local. Os clandestinos estavam fazendo a festa no terminal, porque os passageiros tinham dificuldade de visualizar a fila de táxi. Agora, o órgão ouviu o apelo que Gilberto Silva da Coastaxi e a turma da rodoviária vinham fazendo e retirou a placa, permitindo a mudança.

 

Se na rodoviária os taxistas estão comemorando, não se pode dizer o mesmo sobre a situação da classe no aeroporto de Salvador. Durante a virada de ano, os clandestinos estiveram à solta, embarcavam e desembarcavam os passageiros em qualquer lugar sem fiscalização, desrespeitando as placas.

 

No aeroporto, a situação do taxista deverá seguir complicada. A Transalvador retirou a placa do ponto de apoio de táxis que havia antes do bambuzal, sem qualquer comunicado prévio, e não reinstalou até hoje, mesmo depois do superintendente, Fabrizzio Muller, se comprometer em reunião com os taxistas. “Esse troço está mais enrolado que bate-boca de gago!”. A fila formada pelos veículos particulares na entrada do terminal, antes do bambuzal, já se tornou uma realidade. Centenas de veículos se revezam estacionados em locais proibidos como se nada de errado estivesse acontecendo. E pensar que o judiciário concedeu liminar, argumentando que este serviço é distinto do serviço de táxi, pois os motoristas não podem fazer fila pela cidade.

 

Ainda sobre o aeroporto: no mês de dezembro, os taxistas foram surpreendidos com uma ação de marketing da Uber. A empresa colou adesivos no piso do saguão de desembarque, direcionando os passageiros até um determinado ponto de apoio dos motoristas do aplicativo. Segundo taxistas que rodam por lá, o contrato de publicidade entre a Uber e a VINCI Airports (administradora do terminal) deve ser renovado e a propaganda deverá retornar ao piso. Fala-se até em sala Vip para os clientes do App assim como aconteceu no aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

 

No próximo dia 21 de janeiro, diversos taxistas de todo o país irão se reunir em São Paulo com o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) a fim de traçar estratégias para o retorno das atividades na Câmara dos Deputados, em fevereiro. Da capital baiana, Ademilton Paim da AGT e Vicente Barreto da Coometas já confirmaram presença no encontro. Vicente já estará em São Paulo, antecipadamente, para colher informações a respeito de como anda a regulamentação dos aplicativos. O dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ) se comprometeu a por o projeto em votação no dia 5 de fevereiro. Entretanto, tratando-se de política é melhor não se criar muita expectativa para esta data.

 

Na Coometas, a disputa entre o Conselho Fiscal e a Diretoria teve o que parece ter sido o capítulo final. Segundo informações obtidas, as contas de 2017 foram aprovadas em assembleia ocorrida no último dia 13 (87% de aprovação). Além das contas, a cooperativa também aprovou o seu planejamento para 2018. Assim, Vicente Barreto e sua equipe continuam levando a melhor sobre a oposição. Esse resultado parece ter deixado um presidente de associação enfurecido. Comenta-se que o danado estava tramando contra Vicente, nos bastidores. Pelo jeito, a bola dele continua murcha.

 

 

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