Há quase uma década, os táxis provenientes da Região Metropolitana de Salvador (RMS) e cidades do interior enfrentam dificuldades relacionadas à ausência de vagas temporárias de apoio nas imediações do aeroporto da capital baiana. Essa situação impacta não apenas os profissionais dessas cidades, mas também os passageiros, que muitas vezes têm que aguardar o táxi no terminal após um desembarque.
A prática de comunicação entre o passageiro e o taxista, indicando o momento exato do desembarque, visa otimizar o serviço e evitar custos adicionais com estacionamento, que poderiam ser repassados ao cliente. No entanto, o cálculo de tempo não pode ser preciso, pois imprevistos podem ocorrer, resultando em atrasos e desconforto para os passageiros.
Historicamente, a prefeitura de Salvador buscava oferecer suporte a esses profissionais, disponibilizando vagas temporárias. Inicialmente, essas vagas ficavam após a saída do bambuzal, no sentido terminal, mas posteriormente foram relocadas para a via marginal antes do bambuzal. Em 2017, após uma denúncia do Ei Táxi sobre a desordem no trânsito da região, a prefeitura retirou as vagas, deixando apenas espaço para veículos por aplicativos. (Veja Aqui)
Atualmente, táxis de cidades da RMS e do interior do Estado continuam sem pontos de apoio próximo ao aeroporto, o que gera impactos negativos na qualidade do serviço prestado. O Ei Táxi buscou uma posição da Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), mas até o momento não obteve resposta.
A falta de pontos de apoio temporários representa um desafio significativo para os taxistas do interior, prejudicando não apenas os profissionais, mas também a experiência dos passageiros que utilizam esses serviços. O Ei Táxi reforça a importância de um posicionamento da Semob sobre essa questão e questiona se há soluções planejadas para esse cenário.




