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Presidente da AGT denuncia falta de organização da fila de táxi em show no Wet’n Wild

Denis Paim na fila de táxi em show no Wet'n Wild 25.05.24 - Foto_Divulgação
Denis Paim criticou a abordagem dos agentes e a falta de uma estratégia eficaz para gerenciar a saída dos eventos - Foto: Divulgação

Na madrugada do último dia 25, durante o show ocorrido no Wet’n Wild, na Av. Paralela, em Salvador, Denis Paim, presidente da Associação Geral dos Taxistas (AGT), denunciou a atuação dos agentes da Coordenação de Táxi e Transportes Especiais (Cotae) e a ausência de organização na fila de táxi durante a saída do público.

Por volta das 2h30 da manhã, Paim alertou seus colegas taxistas sobre a presença dos agentes da Cotae, que estavam exigindo que o luminoso de acrílico no teto dos táxis estivesse ligado. Segundo ele, a fiscalização, que parecia mais uma tentativa de demonstrar serviço, incluía abordagens intimidadoras, com os agentes solicitando documentação, crachá e alvará dos taxistas, mesmo a documentação podendo ser verificada no sistema, já que é tudo digital. “Vocês que estão com o acrílico desligado, cuidado! Tem uma fiscalização lá, mandando acender. Estão pedindo a documentação, crachá e alvará, também”, avisou Paim.

Entretanto, por volta das 3h30, no momento crítico da saída do público, quando a organização da fila de táxi era mais necessária, os agentes já haviam deixado o local. Paim expressou sua frustração com a falta de suporte da Cotae: “Mais cedo tinha fiscalização, olhando acrílico, olhando quem saía com o taxímetro ligado, olhando documentação, tirando foto. Agora, a hora que sai o público, ninguém aparece, aí fica essa bagunça aqui. A gente continua desassistido.”

A ausência dos agentes no momento de maior necessidade causa uma desordem na fila de táxi, prejudicando tanto os profissionais quanto os passageiros que precisavam do serviço. A situação ressaltou a falta de planejamento e apoio da Cotae para garantir a organização e segurança dos taxistas e do público.

Denis Paim criticou a abordagem dos agentes e a falta de uma estratégia eficaz para gerenciar a saída dos eventos. Segundo ele, a fiscalização deveria focar na organização e segurança, em vez de realizar abordagens intimidatórias que não contribuem para o bom funcionamento do serviço de táxi.

Essa denúncia destaca a necessidade de uma revisão das práticas da Cotae e um maior comprometimento com o suporte aos taxistas, especialmente durante grandes eventos.

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