
Por José H C Montal
O que será que passa pela cabeça do turista que visita a Bahia ao pegar um táxi? Que expectativa ele tem do motorista baiano?
O que o turista ou o visitante esperam da Bahia, terra do amor e da Magia? Bahia de todos os santos, das 365 igrejas, da hospitalidade…
Qual o diferencial do taxista baiano?
O que ele deve inventar para que a Bahia tenha cada vez mais visitantes e ele mais fregueses, que é como preferimos chamar os clientes? Como colocar o freguês à vontade para que ele sorria e viva a nossa magia?
Como ser o Baiano com B maiúsculo que encantará aquele que vem com a predisposição de viver as decantadas maravilhas da Boa Terra?
Como passar o melhor de cada cantinho que conhecemos tão bem, do sorvete da Ribeira ao acarajé de Itapuã, das águas escuras e límpidas da Lagoa à sagrada colina do Senhor que nos protege ao lado de todos os santos, daqui e da Mãe África?
Sem jamais, jamais e jamais esquecer que qualquer contratempo de trânsito pode reverter toda a expectativa positiva de quem nos visita, a primeira e principal estratégia do profissional que ciceroneia o nosso freguês é evitar a funesta e frustrante figura do acidente.
Não devemos esquecer que o acidente não é obra do acaso, do azar ou da providência divina. Ele tem causas e causas. Graças ao Senhor do Bonfim que podem ser evitadas. É possível estar preparado para dirigir sem acidentes.
O Ei, Taxi vai chamar cada amigo taxista para enfrentar este desafio.
Salvador, a capital do Táxi Seguro. Esta é a meta para a cidade mágica da Bahia.
José H C Montal
Especialista em Medicina do Tráfego
Membro da ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego





