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Desenbahia recebe a AGT e esclarece situação de acréscimos nas parcelas do financiamento do Protáxi

O presidente da Associação Geral dos Taxistas (AGT), Denis Paim, foi recebido, nesta terça-feira (30), pela diretoria da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) para esclarecer dúvidas dos taxistas quanto ao acréscimo sobre as parcelas que estão sendo postergadas por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus. O Diretor de Desenvolvimento de Negócios do órgão, Agenor Martinelli Braga, recebeu o taxista e garantiu estar havendo confusão de entendimento sobre este assunto. Além disto, Denis também ouviu explicações sobre outras pautas como o atendimento presencial para aqueles que estão tendo dificuldades em obter o boleto pela internet e o seguro das caixinhas.

Numa reunião em que o presidente da AGT se apresentou, oficialmente, à diretoria da Agência de Fomento do Estado, Denis Paim, foi recebido por Agenor Braga e ouviu do gestor de negócios da Desenbahia que os valores acrescidos nas parcelas dos financiamentos do Protáxi não são juros e mora e nem multa como muitos taxista têm queixado-se. Segundo Braga, trata-se de juros contratuais firmados entre as partes já no acordo original. “Aqueles que estavam com as parcelas em dia, até fevereiro, nós demos até seis meses, alongando o contrato, se o contrato era de 60 meses, passa para 66, sem cobrança de multa e sem cobrança de juros e mora por esse alongamento, será cobrado apenas os juros contratuais pelo capital emprestado, alguns com taxa de 12% e outros com taxa de 15%. A gente não vai inserir cobrança a mais por esse período, mas todo financiamento tem uma taxa contratual de juros pelo valor emprestado, eles já pagam essa taxa”, explicou o diretor.

Ele ainda informou que não está havendo negativação daqueles que atrasaram por conta da pandemia, mas ressaltou que os taxistas com parcelas atrasadas antes da pandemia, estão passivos de cobranças e negativações nos órgãos de crédito, normalmente. Estes, precisam regularizar a pendência anterior para poderem se enquadrar nos novos acordos.

Com relação à documentação necessária, bastam, uma carta solicitando o alongamento do contrato e o documento pessoal com RG e CPF.

De acordo com Braga, o atendimento presencial não foi paralisado, mas reduzido por conta das medidas restritivas que afastaram servidores que se enquadram no grupo de vulneráveis à COVID-19. Contudo, taxistas que tenham dificuldades em emitir o boleto pela internet, podem, sim, se dirigir à Desenbahia que serão atendidos, sem agendamento, para este serviço que é considerado simples, outros mais demorados precisam ser agendados.

Denis pediu para que o diretor avaliasse a possibilidade de ampliar o financiamento para 80 meses, mas Braga disse que isso não é possível, neste momento.

Por fim, o taxista também questionou a necessidade de se contratar o financiamento através de uma entidade de classe como associações, cooperativas ou as caixinhas de seguro, além da exigência de apresentar o seguro das caixinhas. Segundo Agenor Braga, o seguro não é mais exigido, mas a intermediação dessas instituições é necessária, porque elas servem como uma referência para a Desenbahia, que diferentemente de um banco tradicional, não tem informações sobre a vida financeira do taxista. 

 

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