
Pelo jeito o empresário e ex-taxista, Teobaldo Costa, proprietário da rede de supermercados Atakadão Atakarejo não gosta dos ex-colegas de praça. A prova disso pode ser vista em todas as suas 12 unidades espalhadas por Salvador e Região Metropolitana de Salvador (RMS) onde é permitida a atuação do transporte clandestino. Não bastasse a autorização para que os ilegais atuem, o ex-taxista trata com indiferença os pedidos da categoria para pôr fim à clandestinidade.
O caso mais recente está acontecendo na loja de Camaçari, cidade da RMS, inaugurada no fim de janeiro. Assim como nas demais unidades, uma “cooperativa” de clandestinos oferece o transporte aos clientes e não só afeta o serviço regulamentado dos taxistas como os profissionais ainda são ameaçados pelos infratores.
O presidente do Sindicato dos Taxistas de Camaçari (SINTAC), Nelson Pereira, protocolou ofícios, antes do Carnaval, na Câmara Municipal de Vereadores e na Superintendência de Trânsito e Transporte Público (STT) do município, pedindo solução para o caso.
De acordo com o vereador Oziel Araújo (PSDB), o qual tem acompanhado os taxistas nas tratativas, o assunto já foi discutido com o superintendente de trânsito e transporte, Cel. Alfredo Castro, e a superintendência ficaram de dialogar com o estabelecimento para sanear a questão, no entanto, Oziel não acredita que isso se resolva antes de 60 dias, pelo menos. “O município tem a sua norma baseada em lei que proíbe o transporte clandestino. Esse serviço não só é ilegal como ainda inviabiliza o transporte regular do município, entre eles o táxi, por isso eu acredito num resultado positivo”, conta o vereador.
No último dia 10 (domingo), houve uma reunião no gabinete do prefeito, entre a diretoria do sindicato, o vereador Oziel e a cúpula da prefeitura composta pelo prefeito Elinaldo (DEM), o superintendente e o secretário de governo, José Gama Neves. Na oportunidade, o prefeito Elinaldo pediu um prazo aos taxistas para resolver o problema. Segundo Nelson, presidente do SINTAC, “o prefeito Elinaldo disse que pretende conversar com a administração do supermercado para solucionar a questão. Ele nos pediu um pouco mais de paciência. Decidimos que atenderemos o pedido do prefeito e iremos aguardar o tempo pedido por ele”.
O fato é que essa prática do Atakadão Atakarejo é conhecida por todos os taxistas de Salvador e das cidades onde existem lojas da rede. O empresário monta o equipamento, provoca o impacto na localidade e, talvez, por estar gerando empregos deva se achar o dono das cidades. É difícil acreditar que isso aconteça sem a permissão do município, ao menos, parece que alguém finge não ver. Parece terra sem lei. Ou será que é?





4 comentários em “Atakadão Atakarejo: uma rede que não gosta de taxistas”
Clandestinos são os app
Que entraram aqui na Bahia quebrando os taxistas .
Cadê os deputados prefeitos pra vetar a atuação desses invasores ?
Dentro do mercado o patrimônio e particular o proprietário pode vetar quem quer que seja.e os cooperados são trabalhadores autônomo que pagam seus impostos em dias . Vcs devem se manifestar contra a Uber 99pop e os demais que invadiram a Bahia .e estão quebrando a categoria como todo.
Boa noite a todos .
Procurem saber dos políticos quem esta ganhando dinheiro pra manter a Uber e a 99 pop
Aqui na Bahia. A sintec deveria investigar .pergunta ao presidente da câmara municipal aqui de Salvador
Que ele deverá responder essa pergunta , quem quebrou os taxistas foram os app. Não os cooperados .
A área interna do atakarejo e particular. Na casa de vcs entram qualquer um ?
Boa tarde quem tá irregular na Bahia e os aplicativos
Esses sim que vcs tem que lutar pra espulsar daqui da Bahia . A cooperativa dentro dos mercados de Teobaldo são registradas , aqui em Salvador o município já reconhece como transportes de carretos
Se informem com o presidente do sindifrete Adriano Cardoso .
Bom dia não tenho dúvida de que o órgão fiscalizador sabe é finge que não ver porque isso já foi denunciado por várias vezes em todos os órgãos possível encrusivel na imprensa como rádio e etc
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