Por Daniel Júnior, da Redação – Mesmo com sinalização vertical e horizontal, o espaço destinado para táxi, na Rua Almirante Barroso, no centro de João Pessoa (PB), vem sendo ocupado diariamente por comerciantes informais. De acordo com taxistas que trabalham nas imediações, não há fiscalização na área e os ambulantes não se intimidam. O ponto de táxi fica na altura do número 275 da via.
Ponto de táxi é ocupado por ambulantes, no centro de João Pessoa, na Paraíba
- Daniel Júnior
- Categoria: Setor de Táxi na Paraíba
- Tags: Ambulantes, Fiscalização, João Pessoa, Paraíba, Ponto de táxi, Rua Almirante Barroso
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2 comentários em “Ponto de táxi é ocupado por ambulantes, no centro de João Pessoa, na Paraíba”
faço minha as suas palavras não é só os pontos de táxi que estão sendo ocupados o centro da cidade está uma desordem só os comerciantes formais estão omissos e ficando no prejuízo as calçadas estão ocupadas por bancas de ambulantes o pedestre tem que andar no meio da rua a mobilidade das pessoas com deficiência está prejudicada o centro de João pessoa está uma bagunça parece até um lixão falta tudo sobra desordem ouço frequentemente reclamações de turistas e passageiros do meu táxi senhor prefeito quando j senhor e seus subordinados irão tomar providências
O que acontece na Rua Almirante Barroso é mais do que descaso: é desrespeito institucionalizado. O ponto de táxi, sinalizado e reconhecido, foi entregue aos ambulantes com a conivência silenciosa da fiscalização. Onde está a autoridade que deveria proteger o serviço legalizado? Onde está a presença do Estado que exige tributos dos taxistas, mas os abandona quando é hora de garantir seus direitos?
Secretário(a), o senhor(a) é pago com o suor de quem trabalha dentro da lei — e não da informalidade que tomou conta da cidade. O que justifica tamanha omissão? O que explica essa inversão moral em que o ilegal tem preferência e o regularizado é deixado à própria sorte?
A Prefeitura de João Pessoa está lavando as mãos diante da destruição de uma categoria que ajudou a construir a história da mobilidade urbana. A quem interessa o apagamento dos taxistas? Por que silenciar diante da desordem? Exigimos respostas — e não discursos vazios. Se a gestão não serve para garantir o mínimo, que é ordem e respeito, serve para quê?
Edjane, Taxista.
Comentários encerrados.