Por Helton Carlucho
Uma comissão com taxistas de diversas cidades se reuniu com representantes do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), no dia 12 de agosto, para tratar sobre a resolução 38/17, expedida pelo órgão, que recomendou que a Desenbahia passasse a cobrar a apresentação de apólice de seguro para os veículos financiados pelo Programa de Modernização e Renovação da Frota de Táxi (Protáxi).
Segundo o Presidente da Cooperativa Associativa de Assistência dos Taxistas (Coastaxi), Gilberto Silva, a categoria busca que a corte reconheça caixinhas e cooperativas como seguradoras válidas no processo de financiamento.
Na ocasião, juntamente com representantes da Desenbahia, taxistas apresentaram ao Presidente do TCE, conselheiro Gildásio Penedo Filho, o cenário de crise que passa a categoria, além de pontuar a segurança oferecida pelas caixinhas e associações.
Vicente Barreto, da Comissão dos Taxistas, acredita que o encontro foi positivo e um passo importante foi dado. “Eles [Desenbahia] vão adiantar um parecer para nós, justificando a necessidade de continuar aceitando as caixinhas, para ser analisado em plenário [do TCE]”, explicou.

Destacando a necessidade de uma rápida resolução, visando contemplar os permissionários com veículos acima de 8 anos que não serão aceitos na vistoria anual de Salvador, a categoria pediu celeridade ao órgão.
Segundo Gilberto, a resolução do problema deve estar próxima. “Ficou propenso que até o final deste mês a gente tenha uma resposta positiva do Tribunal de Contas”, informou.
Presente no encontro, o deputado estadual Robinson Almeida (PT), enfatizou a boa sinalização dos órgãos. “Estou muito confiante que a gente possa restabelecer essa oferta de crédito para os taxistas, que já sofrem com a concorrência dos aplicativos”, projetou.
Também participaram da reunião representantes da presidência da Câmara Municipal de Salvador e taxistas de Feira de Santana, Candeias, Camaçari, Vitória da Conquista, Porto Seguro e Eunápolis.




