Confira o que os profissionais do ramo de táxi almejam para 2020
Por Daniel Júnior
Aquecimento da economia, mais fiscalização para inibir os transportes de passageiros irregulares, incentivo, menos burocracia, entre outras demandas são os principais votos dos taxistas para o ano de 2020, que se aproxima. Os profissionais informam que estão enfrentando dificuldades para trabalhar por causa da grande concorrência e falta de políticas públicas que beneficie a categoria.

“Espero uma atitude dos nossos governantes no que diz respeito aos transportes de passageiros clandestinos. Já temos a concorrência com os motoristas que trabalham com aplicativos que aceitam carro particular e agora está começando a se popularizar os motoristas clandestinos, que não são taxistas e só utilizam aplicativo para mostrar o valor da corrida aos passageiros e reduzir o preço da viagem, na qual é até insegura. Tem que haver mais fiscalização”, afirmou o taxista Geraldo Alves (TP 003), que atua na profissão há seis anos.

Taxista há 19 anos, Luiz Carlos (TP 615) espera que o próximo ano seja melhor que este, onde o país ainda apresenta crise econômica. “Almejo que o próximo ano seja melhor; e que a nossa economia cresça para que fique bom para toda a sociedade. Hoje, a maior dificuldade dos taxistas são os aplicativos que aceitam carro particular, estão tomando cada vez mais espaço.
“Os motoristas de aplicativos que aceitam veículo particular fazem o quer e nós taxistas somos limitados. Se você é de Jaboatão dos Guararapes não pode ir buscar ninguém no Aeroporto Internacional do Recife, porque é outra cidade. Essa burocracia é um absurdo e perdemos. O taxista deveria poder circular em todo o estado e não só no município de origem. Enquanto esses governantes ficam com toda essa burocracia, a dificuldade só aumenta”, reclamou o taxista Ricardo Rezende (TP 111), que é taxista há quatro anos.

“Estamos juntos na nossa força em busca de melhorias para toda a categoria dos taxistas. Espero que em 2020 melhore a economia do nosso Brasil para que o dinheiro circule mais. Mais fiscalização para esses motoristas clandestinos, que fazem o que querem e como querem. Existem leis contra esses clandestinos, mas abafam tudo”, relatou o taxista Edson Farias (TP 853), que é taxista há mais de cinco anos.




