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Novo coordenador da Cotae diz que foco é a desburocratização do serviço, a melhoria nos pontos de táxis e o combate ao transporte clandestino

Dilmar Copque - Coordenador Cotae
"Nós temos uma equipe muito pequena para fiscalizar, mas estamostraçando metas e fazendo um planejamento"

Por Helton Carlucho

Servidor da Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob) há quase 18 anos Dilmar Copque é o novo Coordenador de Táxi e Transportes Especiais (Cotae). Ele, que está à frente do órgão deste o final de 2021, foi convidado para assumir o posto pelo secretário Fabrizzio Muller com um objetivo: “Melhorar o atendimento para o taxista e para a população”.

Para entender um pouco mais sobre essa proposta, o Ei, Táxi entrevistou o novo coordenador. Na conversa, ele apontou como pretende atuar para resolver as demandas da categoria.

Segundo Dilmar, o primeiro passo foi fazer um levantamento das demandas. “Desde o início do ano, designamos um servidor para catalogar todos os pontos de táxis da cidade e verificar todos os polos geradores de demandas”, explicou ele, que nos últimos meses também realizou uma série de vistas a sedes de cooperativas e empresas de táxi da cidade.

O gestor conta que após esse levantamento foram identificadas algumas frentes a serem trabalhadas: a modernização do atendimento, a melhoria e ampliação dos pontos de táxis e o combate ao transporte clandestino.

Sobre os pontos de táxis, o gestor informa que tem trabalhado com o objetivo de fornecer melhor estrutura ao taxista. “Os pontos de táxis, para a prefeitura, significam postos de trabalhos para o taxista. A gente está ampliando esses postos de trabalhos, isso é uma missão nossa. Estamos modernizando e requalificando os pontos na medida do possível […] Temos ido aos supermercados conversar com os diretores para que reservem a vaga para taxistas estabelecida por lei”, informou.

O gestor diz que também tem atuado no combate ao transporte clandestino, que é um dos principais motivos de reclamações da categoria. Ele reconhece que muito ainda precisa ser feito, mas promete um combate mais efetivo ao transporte irregular.

“Nós temos uma equipe muito pequena para fiscalizar, mas estamos traçando metas e fazendo um planejamento. Nós tivemos uma reunião com a Vinci e a Salvador Bahia Airport, com a Polícia Militar, a Transalvador e com a Agerba para montar uma operação de fiscalização conjunta. […] A gente tentou implementar, no mês passado, uma forma de fiscalizar no aeroporto, mas ainda com alguns entraves internos, que nós estamos resolvendo. Voltaremos a fazer a fiscalização com mais eficiência através, inclusive, do monitoramento por câmeras que a própria Salvador Bahia Airport vai fornecer para a prefeitura. […] E essa fiscalização que vamos implementar no aeroporto vai se estender para a rodoviária, terminal náutico e todos os portais da cidade. Logo em breve a gente deve estar fazendo uma fiscalização muito mais eficiente, envolvendo a tecnologia e o videomonitoramento”.

Sem dar mais detalhes, o gestor também prometeu a desburocratização do serviço prestado pela Cotae. “A gente está modernizando o atendimento e, se Deus permitir, em breve vai ser todo online. Vamos ter a implementação de uma solução digital para o taxista que em breve será lançada pelo secretário”, afirmou.

Veículos com mais de 8 anos – Questionado sobre os táxis que estão impedidos de rodar por terem idade acima de oito anos, o gestor afirmou que não se opõe a uma ampliação na idade, mas destacou que segue a determinação da lei.

“A legislação foi alterada em 2017 e 2019. A vida útil de um táxi era 5 anos e já foi prorrogada para 8 anos. Nós estamos diante de suas situações: a legislação não permite que carros acima de 8 anos preste o serviço te táxi. Por que isso? O legislador ele entendeu o seguinte: se você sucateia a frota de táxi, você desestimula o uso dos passageiros para o táxi e eles vão procurar outro tipo de transporte. Isso foi a alma da legislação quando ela estabeleceu 8 anos. A prefeitura não tem objeção nenhuma que seja 10 ou mais do que isso, desde que esteja na lei e que sejam estabelecidos parâmetros técnicos e seguros para que o serviço de táxi seja prestado. Não existe nenhum óbice do coordenador ou do secretário quanto a idade do veículo, o óbice está estritamente descrito na lei”, concluiu.

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