Por Adriano Rios
Parece que a tramitação da regulamentação do transporte individual por aplicativos em Salvador está chegando ao fim. Se depender das últimas manifestações dos vereadores, até o fim do mês o PL 258/2018 será votado. Não foi fácil, muita luta da categoria para que os edis entendessem que os taxistas estão com a corda no pescoço e precisam ter um norte sobre como ficará o seu nicho de mercado, especialmente quantos serão e como atuará a concorrência, os veículos particulares.
Embora a citada luta dos taxistas tenha sido necessária, afinal é assim que a política funciona, com muita articulação e pressão, tenho muitas dúvidas se a categoria está se fazendo a pergunta mais importante: após a regulamentação dos aplicativos, como será o dia seguinte?
Amigo taxista, já parou para se questionar sobre isso? Como vai ser o amanhã? Os clientes retornarão da noite pro dia? As tarifas dos veículos particulares estarão mais caras de modo que o passageiro opte pelo táxi? O táxi voltará a ser o preferido do mercado como outrora?
No mundo real, as coisas não são tão simples como costumamos fantasiar. É preciso acertar mais do que errar para que os objetivos sejam alcançados ou pelo menos um percentual satisfatório deles.
Infelizmente, de uma forma geral, o taxista até hoje não entendeu que a maneira de chamar um táxi mudou. Está digitalizada, nos aplicativos móveis. O passageiro não desapareceu, ele, na verdade, se comunica de outra forma. Contudo, para que ele consiga se comunicar, é preciso que o interlocutor esteja do outro lado, do contrário não haverá comunicação. Logo, não há como disputar um mercado se você não atua nele. O taxista precisa estar conectado, porque seu cliente está. Mas, acredite, essa é a parte mais fácil!
Não basta estar conectado, é preciso trabalhar para que o cliente opte pelo táxi. Ou seja, é preciso muita estratégia de marketing e muito investimento para que o cliente não escolha a concorrência.
Então, a categoria precisa encarar essa realidade, sair da zona de conforto, ser proativa, participar e colaborar muito mais por um futuro melhor.





2 comentários em “Editorial: após a regulamentação dos aplicativos, como será o dia seguinte?”
Concordo plenamente, nos taxistas precisamos a partir de agora enxergar o táxis como um negócio que precisa de marketing, prestar um bom serviço, melhor agilidade no atendimento e fortalecer as nossas plataformas como PopTaxi e Mob, essas que trabalham diretamente e exclusivamente com Táxis, precisamos dentro dessas plataformas só manter e trabalhar quem realmente esteja com o compromisso de atender dentro das normas e regras apresentadas plataformas pra que essas plataformas cresçam mais essas mais a cada dia, temos hoje que reconstruir a nossa imagem perante a sociedade e com isso recuperar a nossa credibilidade não só no atendimento, mais também mostrando que nossos preços são competitivos e nosso serviço e veículos são muitos melhores e de muito mais qualidade.
Concordo plenamente, nos taxistas recusamos a partir de agora enxergar o táxis como um negócio que precisa de marketing, prestar um bom serviço, melhor agilidade no atendimento e fortalecer as nossas plataformas como PopTaxi e Mob, essas que trabalham diretamente e exclusivamente com Táxis, precisamos dentro dessas plataformas só manter e trabalhar quem realmente esteja com o compromisso de atender dentro das normas e regras apresentadas plataformas pra que essas plataformas cresçam mais essas mais a cada dia, temos hoje que reconstruir a nossa imagem perante a sociedade e com isso recuperar a nossa credibilidade não só no atendimento, mais também mostrando que nossos preços são competitivos e nosso serviço e veículos são muitos melhores e de muito mais qualidade.
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