A Coordenação de Táxis e Transportes Especiais (Cotae) já registrou, desde maio – quando a pandemia do novo coronavírus tinha iniciado há dois meses -, 401 táxis renovados [até o fechamento desta matéria 11/9]. Segundo o coordenador do órgão, Clemilton Santos, muitos pedidos haviam sido feitos antes mesmo do início da pandemia. Apesar da redução do quadro de servidores, o atendimento do órgão tem sido fundamental para a manutenção do setor de táxi.
“As montadoras também estão facilitando. Tinham muitos taxistas com os carros parados na garagem, sem placa”, explica Clemilton sobre o considerável número registrado mesmo durante a pandemia.

Desde então, a Cotae tem atendido de forma reduzida, sem previsão de retorno pleno das atividades.
Clemilton conta que o trabalho com a equipe reduzida no órgão tem sido agitado, mas funciona. Em meio ao dobro do esforço e ter que lidar com um sistema digital “arcaico”, como mesmo define. “A gente trabalhou muito mais, primeiro por conta da redução da equipe. Os que tinham mais de 60 anos [grupo de risco] foram afastados”. Os funcionários afastados representam cerca de 50% da folha.
Ainda de acordo com o coordenador do órgão, a coordenadoria está atendendo às terças, pedidos de transferência de concessões. “Emitimos cerca de 8 a 10 permissões por dia”, diz Clemilton.
Às quartas e quintas há distribuição de até 160 senhas para atendimentos diversos. Cerca de 80 pessoas são atendidas pelo órgão em cada dia.





