Da Redação do Ei, Táxi – Identificar um taxista em diversos pontos de táxi do Recife, sobretudo em feiras e mercados públicos, muitas vezes, é um desafio para os passageiros. Isso porque, os taxistas não usam fardamento padrão e crachá e vestem roupas informais durante o expediente, como bermuda, chinelo, camisa social aberta, camisa regata, entre outras peças.
No ponto de táxi da estação central do Metrô do Recife, no centro da capital pernambucana; ponto de táxi da Rua Sete de Setembro, também na região central; ponto de táxi nas imediações do mercado público do Cais de Santa Rita, entre outros, são alguns dos locais que os taxistas trabalham com qualquer tipo de vestimentas.
No período do inverno, a situação fica pior. Pois, com a intenção de se proteger da chuva, o taxista, na maioria das vezes, não fica próximo do veículo e é ainda mais difícil encontrá-lo.
Em pontos de táxis organizados por cooperativas, a realidade é diferente. Os taxistas trabalham com fardamento (camisa social com identificação, calça e sapato social), como por exemplo, nos pontos de táxi do aeroporto, da rodoviária, em órgãos públicos e em alguns shoppings.

Vale ressaltar que o fardamento é necessário não só para identificar o taxista, mas também para proporcionar mais credibilidade, confiança e segurança para os clientes do táxi.
A sensação é de que a categoria de táxi do Recife não tem representatividade, e muito menos apoio do setor público. Quem deveria organizar, não cumpre seu papel.




