Da Redação do Ei, Táxi – Em nota oficial divulgada à imprensa sobre a acusação de agressão contra um taxista, a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) frisou que toda a atuação dos guardas ocorreu em conformidade com a lei.
A CTTU também disse que a equipe foi acionada para atender uma ocorrência relacionada a estacionamento irregular no Cais de Santa Rita e que durante a fiscalização um cidadão teria tentado interferir na atuação dos agentes de trânsito, apresentando comportamento hostil.
Confira a seguir a nota completa da CTTU:
Segundo informações divulgadas pela CTTU, a equipe foi acionada para atender uma ocorrência relacionada a estacionamento irregular no Cais de Santa Rita. Durante a fiscalização, de acordo com a autarquia, um cidadão teria tentado interferir na atuação dos agentes de trânsito, apresentando comportamento hostil e resistência à ação.
Ainda conforme a nota oficial, diante da situação, o homem foi contido e conduzido à delegacia para a adoção dos procedimentos legais cabíveis. A CTTU afirmou que toda a atuação ocorreu dentro da legalidade e em conformidade com os protocolos operacionais estabelecidos para esse tipo de ocorrência.
Ainda de acordo com o órgão, ainda não há confirmação se o carro pertence ao homem autuado, mas o veículo foi apreendido, por estar estacionado em local proibido.
Saiba mais
O taxista que acusa os guardas da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) de agressão detalhou em um vídeo publicado nas redes sociais como foi toda ação. A confusão foi registrada no último sábado (06) na Avenida Cais de Santa Rita, nas proximidades do mercado público, no centro da capital pernambucana.
“Esses guardas tinham apreendido meu veículo. Depois voltaram para aprender outros. Nesse momento, eu comecei a filmar. Um dos agentes perguntou porque eu estava filmando e eu respondi que eles são agentes públicos e que eu poderia, sim, filmar o que estavam fazendo. Após isso, vieram pra cima de mim. Me agrediram com soco no rosto, deram uma rasteira, pisaram a minha cabeça e colocaram meus braços para trás. Tinha policiais militares bem próximo do local, mas não interviram”, relatou o taxista.
Com hematomas, o taxista procurou a Central de Plantões da Capital (CEPLANC), na zona norte do Recife, e registrou um Boletim de Ocorrência.




