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Taxistas reclamam de centralização em pontos de vistorias de gás

Mesmo com a alta no preço, o Gás Natural Veicular (GNV) ainda é o melhor custo-benefício para quem percorre grandes quilometragens. Ao menos 50%, aproximadamente cinco mil veículos, da frota de táxi de Salvador e Região Metropolitana é adaptada para o uso de gás natural como combustível, segundo o Ei, Táxi apurou com cooperativas da categoria. Esse alto índice esbarra na centralização das empresas aptas a realizar as inspeções anuais em veículos adaptados com o sistema na Bahia: apenas dez locais atendem os 417 municípios baianos.

 

A situação é ainda mais precária na RMS, que representa um quarto de toda a Bahia em número de habitantes, segundo senso realizado pelo IBGE em 2015. Quatro empresas são cadastradas pelo Inmetro para realizar o serviço na região, o que tem gerado transtornos ao taxista.

 

A Salvador Inspeções Veiculares LTDA (Valéria), a Inspeserv Inspeções Veiculares (Pernambués), a Fit Inspeção Veicular LTDA (Cabula), localizadas na capital baiana, e a Fit Inspeção Veicular LTDA (Pitanga dos Palmares), em Simões Filho, não dão conta do fluxo diário.

 

“Temos que chegar às 4h da madrugada e pegar uma senha para poder fazer a vistoria às 8h da manhã. Perdemos o dia de trabalho e ainda pagamos R$ 185,00”, explicou à nossa redação o taxista de Salvador, José Ângelo, que esperou por uma semana a marcação do atendimento.

 

“As empresas cadastradas, que além de táxis atendem a veículos de passeio, distribuem 20 senhas diárias, número muito baixo”, reclama o taxista José Souza, de Lauro de Freitas.

 

Em contato com a Fit Inspeção Veicular no dia 06/10, fomos informados que, através de agendamento, só havia vaga disponível para o dia 04/11, quase um mês depois. Outra alternativa dada pela empresa, foi o atendimento através de fichas, que demandaria a chegada ao local às 3h da manhã, como taxistas já haviam denunciado à nossa redação.

 

O carro pego com a documentação do sistema de gás em atraso é enquadrado no artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que prevê infração grave, penalizada por multa e apreensão do veículo.

 

A nossa reportagem entrou em contato com o Detran para saber sobre o assunto. A assessoria de comunicação do órgão nos informou que “a vistoria do sistema de gás em táxis não compete ao Detran e sim ao Inmetro”.

 

Em contato com o Inmetro, fomos informados que, anteriormente, seis empresas prestavam o serviço na capital, e, diante da pouca demanda, algumas desistiram. Sobre a possibilidade de novas empresas serem habilitadas, representantes do órgão disseram não haver informações.

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Uma resposta

  1. parabéns pela materia,mais deixo um recado pta o pessoal quê trabalha nestas inspeções que de prioridades aos idosos e quando tiver fazer qualquer correção no veiculos inspecionando que seu retornor sejam imediatos pra solucionar o problema do selo no mesmo dia.

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