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Taxistas farão carreata e manifestação, no TJ-BA, dia 24/05

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Concentração acontecerá no Posto Metrô, na Bonocô, às 8h, e seguirá até o CAB – Foto: Lucimário Ribeiro

 

Os taxistas de Salvador realizarão uma carreata seguida de manifestação em frente ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), dia 24 de maio, a partir das 8h. O objetivo será de convencer os desembargadores a votarem contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que pede a inconstitucionalidade da lei municipal 9.066/16 que proíbe a atuação de transporte remunerado de pessoas em veículos particulares em Salvador.

 

A Adin estava sendo julgada no dia 12/04 quando foi interrompida pelo pedido de vista do desembargador José Olegário Monção Caldas. O julgamento poderia ter acontecido em outras duas datas, porém não aconteceu. Na primeira, dia 03/05, a ação até estava na pauta do dia, mas foi retirada. Na segunda data marcada, 10/05, o desembargador Olegário estava de licença médica e por conta disso, mais uma vez a análise do tema foi adiada. O julgamento, agora, está marcado para o dia 24/05, portanto a data escolhida para a manifestação da categoria.

 

Os taxistas farão uma concentração no posto Metrô, na Av. Mário Leal Ferreira, a Bonocô, a partir das 8h, e de lá seguirão para o CAB. Para evitar maiores transtornos à população, a Associação Geral dos Taxistas (AGT), que está à frente da organização do ato, protocolou ofícios na Tansalvador, Cotae e Polícia Militar a fim de que agentes destes órgãos possam minimizar os impactos no trânsito da região.

 

Outras associações, cooperativas, empresas de rádio táxis, caixinhas de seguro, locadoras de táxi e o sindicato já confirmaram presença e apoio à manifestação. A luta, agora, é convencer o maior número de taxistas a participar do ato.

 

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Denis, como é conhecido pela categoria, protocolou um ofício no TJ-BA , no dia 8/3, durante a primeira manifestação em frente ao TJ – Foto: Ei, Táxi

 

Para Ademilton Paim, presidente da AGT, “a categoria precisa aderir ao movimento do dia 24, porque é a sobrevivência das nossas famílias que está em jogo e os desembargadores precisam ter noção da força dessa categoria. Precisamos sair dos grupos de WhatsApp, a realidade está nas ruas”.

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