Mais resultados

Generic selectors
Somente correspondências exatas
Pesquisar no título
Pesquisar no conteúdo
Post Type Selectors
post

Táxi compartilhado é esperança de renda para taxistas de projeto piloto em Salvador

Desde que a ideia do táxi compartilhado foi colocado em prática, em fase de teste, no final de agosto, taxistas, que estão fazendo parte do projeto piloto em Salvador, enxergam uma luz maior no fim do túnel para aumentar sua renda durante a pandemia, assim como a expectativa pela flexibilização das atividades comerciais.

A gente tá pensando muito na categoria. É mais uma oportunidade na questão da falta de ônibus e sobre os ‘ligeirinhos’ também, que não dão segurança para a população”, analisa Valdeilson Miguel, presidente da Associação Metropolitana dos Taxistas de Salvador (AMT), idealizador do projeto.

Inicialmente, o táxi compartilhado entre passageiros funciona apenas em dois pontos e nas linhas Cosme de Farias-Barroquinha e Pedra do Vale-Lapa. Cada passagem custa R$ 4. Mas, se depender dos taxistas, a ideia vai se expandir, e logo.

Empolgação

“A ideia é boa. Mas tem que ter mais divulgação pra população saber do projeto. Mas eu acho que vai ser vantagem. A linha que a gente tá fazendo não tem mais linha de ônibus”, conta, empolgado, João Moreira, de 62 anos, (3107). Ele atua no ponto Cosme de Farias-Barroquinha.

Taxista João Moreira
João Moreira, de 62 anos, alvará A-3107, roda em Cosme de Farias e faz a linha Barroquinha

O taxista diz que, por enquanto, é necessário aguardar até 1 hora para lotar o carro com quatro passageiros.

Jaconeli da Silva, 48 anos, (4120), cobra logo expansão dos pontos e mais divulgação do projeto, apesar da fase de testes. O taxista assume que está empolgado com a ideia.

Eu sempre apoiei a ideia e, inclusive, já tinha pedido pra colocar, mas era proibido. Agora, a prefeitura tá fazendo o que pode pra ajudar a gente”, afirma.

Ele, que atua no ponto Pedra do Vale-Lapa, ressalta que, além de preencher o espaço deixado pelos ônibus, a ideia também substitui a demanda dos carros clandestinos, que já fazem o serviço de compartilhamento, mas sem segurança.

Futuro

O presidente da AMT avisa que já está em planejamento a expansão do serviço pela capital baiana e também de sua divulgação. “Não existe mais corrida em Salvador. Se ele tiver num ponto de táxi, já é vantagem. Estamos buscando outros pontos”, explica.

Valdeilson Miguel, presidente da AMT
Valdeilson Miguel, presidente da Associação Metropolitana dos Taxistas de Salvador (AMT), idealizador do projeto.
(Visitas totais 299)

Compartilhe

Uma resposta

  1. Vejo como uma boa iniciativa, principalmente nesse momento de pandemia que piorou mais ainda a situação dos taxistas, que vem ao longo dos anos sofrendo com uma concorrência desleal e com mais uma opção de trabalho aos que se interessar pode ser mais uma forma de ganho.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cadastre-se em nossa Lista de Transmissão

Siga nossas Redes Sociais

Siga nossas Redes Sociais