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Presidente da AMT acusa a AGT de praticar “política de ódio”, mas Denis Paim diz que é “dor de cotovelo”

O presidente da Associação Metropolitana de Taxistas (AMT) disse que a “política de ódio” praticada pela Associação Geral dos Taxistas (AGT) foi o motivo que o fez pôr fim à associação. Para Valdeilson Miguel, o presidente da AGT estimula “guerra, discórdia e mentiras”, provocando intimidação em seus apoiadores. Denis Paim rebateu dizendo que são acusações vazias, que ele julga como “dor de cotovelo”.

A AMT encerrou as suas atividades após 18 anos de atuação no setor de táxi. Em Áudio circulando em grupos de WhatsApp, uma representante da associação orienta os associados a migrarem para outras instituições. A informação foi confirmada pelo taxista e presidente da associação, Valdeilson Miguel.

O Ei Táxi entrou em contato com o presidente da AMT para ouvir dele quais foram os motivos que levaram a essa decisão. Segundo o taxista, a “política de ódio, política de intimidação e ameaça de morte”, que recebeu da AGT, motivaram à deliberação.

“Tudo que a gente lança nos grupos, eles ficam dizendo que o cara é piru de Valdeilson, que é puxa saco, aí os caras não querem mais postar nada nos grupos. Isso vai enchendo o nosso saco, pois a gente fica enxugando gelo. Se a gente diz que conseguiu 3 mil cestas básicas, ele diz que conseguiu 10 mil e a gente sabe que é mentira. Então, não tem condições de fazer, é um ódio muito grande. Tem muito taxista que sai dos grupos por causa dessa política de ódio. Ele dizendo que a prefeitura está fazendo isso, a prefeitura desmentiu. Uma guerra desnecessária contra a categoria, jogando fiscal contra taxista e taxista contra fiscal, uma política equivocada. Vários taxistas estão calados nos grupos, porque estão sofrendo intimidação. Sempre respeitei todas as entidades, fiz parcerias, mas com esse cara aí é só guerra, só ataque, discórdia, ódio, mentiras, não vale a pena ficar nessa. Se você fizer uma reportagem com todas as outras entidades, vai ver que todos pensam assim. Então, estou fechando o CNPJ, me despedi da categoria e vou procurar o que fazer. A luta não vai parar aqui não. Não vejo como derrota, simplesmente cansei. A categoria não reage, porque é ameaçada. Outro dia, recebi uma ligação de ameaça de morte do telefone da AGT. Essa não é uma política séria, verdadeira”, disse Valdeilson.

Sobre a ameaça de morte que diz ter recebido, ele revelou que não quis dar seguimento ao fato. “Não dei queixa, mas ele mesmo se entregou no grupo. Ele disse que foi alguém que ligou, mas era o telefone da AGT. Evitei dar queixa, porque estou de saco cheio”. De acordo com Valdeilson, o fato ocorreu por volta do dia 18 de março.

O Ei Táxi também ouviu Denis Paim, presidente da Associação Geral dos Taxistas para que ele se posicionasse sobre as acusações da AMT. Segundo ele, as acusações de Valdeilson são vazias e soam como “dor de cotovelo”.

“Julgo essas palavras como dor de cotovelo. A meia dúzia de taxistas que trabalhou contra a minha campanha saiu dos grupos, porque viram o nosso resultado e ficaram com ódio. Ninguém sofre ameaças em grupos de WhatsApp, as pessoas saem dos grupos, porque consideram que não têm mais serventia. Não existe jogar fiscal contra a categoria, o que existe é a cobrança expressiva, não aceitar mais as covardias que acontecem de alguns fiscais da Cotae e ele nunca rebateu isso. Não existe guerra, o que existe é buscar incansavelmente o respeito da categoria e eu vejo muito bem o que os taxistas passam no dia a dia, porque estou nas ruas. Jamais fomos a favor da violência e jamais ameaçamos alguém. Ele ficou devendo às pessoas que tiveram sinistro nos carros e como sempre defendo a categoria, uma dessas pessoas pediu o meu telefone pra ligar pra ele, mas cabe a ele provar a ameaça na justiça, pois é só pegar a gravação da ligação. São acusações vazias, de uma pessoa que saiu devendo a taxistas”, rebateu Denis.

Em suas respostas, o presidente da AGT solicitou que também fosse publicado o que a associação feito ao longo desses anos. “Com a entrada dos aplicativos, em 2016, a AGT entendeu que a categoria precisava de uma representatividade mais expressiva com o intuito de lutar em prol da categoria, diante dos órgão federais, estaduais e municipais como tem sido a vida da AGT com viagens a Brasília, acesso à Câmara de Vereadores, acesso à prefeitura, Assembleia Legislativa, respeito da imprensa e de órgãos como a Secretaria de Segurança Pública da Bahia. Mesmo com poucos apoiadores, buscamos várias parcerias sem cobrar nada do taxista e sem exigir que o parceiro pague. A chegada da AGT incomodou muitos falsos representantes, porque demonstramos como se representa uma classe. A AGT caminha cada vez mais”.

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