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Em Lauro de Freitas, tem taxista cobrando na bandeira 2, indevidamente

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Foto: Divulgação

 

Taxistas de Lauro de Freitas têm aplicado a cobrança da tarifa na bandeira 2 de forma errada. Com isso, muitos usuários de táxi na cidade estão pagando a mais pelo serviço.

 

Alguns profissionais têm cobrado a tarifa mais cara quando transportam três passageiros ou estão trabalhando em dias úteis, após às 18h. A própria equipe do Ei, Táxi identificou essa cobrança indevida quando utilizou o serviço na cidade e percebeu que o erro vem sendo seguido por vários taxistas, inclusive da Litoral Táxi. Alguns casos transparecem que o taxista foi mal orientado enquanto que em outros casos é possível notar que o taxista insiste na cobrança mesmo sendo alertado do erro.

 

O regulamento de táxi do município é claro e o taxista tem a obrigação de conhecer e segui-lo. Aquele que não segue o regulamento poderá sofrer sanções, inclusive a cassação da licença.

 

O Art. 35 que trata do tema explica que a cobrança da tarifa na bandeira 2 somente será possível, dentre outros pré-requisitos, entre às 20h e 6h, de segunda à sexta, e durante o fim de semana ou feriado. Sobre a quantidade de passageiros, a tarifa muda de bandeira quando o táxi está transportando mais de três usuários, não sendo computado menor de sete anos. Ou seja, três passageiros não é bandeira 2 e quatro passageiros somente será se o quarto tiver mais de sete anos.

 

Em Lauro de Freitas, assim como em Salvador, os motoristas particulares que oferecem o mesmo serviço, através de aplicativos, têm levado vantagens sobre o táxi, especialmente em virtude do preço da corrida. Porém, não apenas por isso, muitos passageiros contam que migraram para os particulares por conta do mau atendimento que alegam receber de muitos taxistas, da recusa de corridas e até da cobrança indevida.

 

Diante do cenário atual, causa perplexidade em perceber que estes profissionais que insistem em cobrar o valor indevido não tenham enxergado a mudança de comportamento do consumidor. Não só isso, essa atitude indevida ou equivocada atrapalha aos profissionais que trabalham certo, pois “o justo paga pelo pecador”.

 

Outra análise a ser feita é sobre a própria tarifa na bandeira 2. Será que ainda cabe essa cobrança?

 

A intenção da pergunta não é tirar direitos conquistados, mas trazer o taxista para a realidade financeira do país. Mas aí já seria uma questão de estratégia de negócio. Existem aqueles que preferem dar o desconto e ganhar no volume, todavia existem outros que acham que conceder desconto é um desaforo.

 

É importante o taxista lembrar-se de um detalhe que outros segmentos já sabem: o cliente é o principal patrimônio de qualquer negócio. Sem ele, pode deixar o táxi na garagem.

 

 

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