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Editorial: Transalvador, não vai com a minha cara?

 

 

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Ponto de apoio de parada de táxi teve placa retirada após denúncia do Ei, Táxi. Transalvador segue sem dar explicações ao taxista – Foto: Divulação

 

O Ei, Táxi denunciou, na edição passada, que a região do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães se transformou numa verdadeira zona. Os veículos clandestinos que fazem ou não o serviço de transporte através da Uber tomaram conta das vias, estacionados em locais proibidos, e a Transalvador lavou as mãos.

 

A redação do Ei, Táxi até entrou em contato com o órgão de trânsito, através de sua assessoria de imprensa, porém não houve resposta. O que, aliás, tem sido uma constante da Transalvador diante das indagações do Ei, Táxi.

 

Um fato estranho ocorreu após a publicação de março, a placa que sinalizava um ponto de táxi na região de acesso ao aeroporto (antes do bambuzal) foi retirada do local que servia como ponto de apoio para taxistas que precisam aguardar passageiros de chegada à capital. Esse ponto de apoio, que possuía quinze vagas, atendia não só aos táxis soteropolitanos como também àqueles oriundos da Região Metropolitana e interior do estado. O Ei, Táxi já procurou saber sobre a retirada da placa, todavia, mais uma vez, sem retorno.

 

Não bastasse a retirada da placa, o taxista Eurípedes Marques, diretor da Associação Geral dos Taxistas (AGT), passou por uma situação complicada com um agente de trânsito, neste mesmo local. No dia 13/4, sem saber da retirada da placa, Eurípedes parou no ponto, por volta das 20h, para aguardar um cliente que desembarcaria em Salvador, mas foi abordado e notificado pelo agente que alegou que ele estava parado em local proibido.

 

De acordo com o taxista, o fiscal ainda lhe disse que também estava lhe notificando porque a categoria tem um jornal que costuma falar mal dos agentes. “Fui conversar com ele, argumentando que ali era um ponto de apoio para o taxista, mesmo assim não teve jeito. Mais tarde, reencontrei o agente e ele disse que não havia me multado. Não tenho certeza disso. O que fica dessa história é a prova de que somos desrespeitados e desprestigiados pelo órgão, mesmo obedecendo às normas de trânsito e sendo educado com eles”, conta.

 

Não só a região do aeroporto tem sido tomada pelos motoristas do aplicativo, mas também a rodoviária, shopping centers e supermercados, em todos os lugares fazem fila em locais proibidos e a Transalvador finge que não ver.

 

Por que a Transalvador não toma uma providência definitiva sobre essa ilegalidade? Por que o tratamento dispensado ao taxista costuma ser implacável enquanto que não se vê o mesmo com os “uberistas”?

 

Como a Transalvador não responde, cabe perguntar ao secretário de mobilidade. Com a palavra, o senhor Fábio Mota.

 

 

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