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Editorial: “Enquanto eles choram, eu vendo lenços”

Taxista, você já ouviu falar em Nizan Guanaes?

 

nizan-guanaes
Foto: reprodução de www.adnews.com.br

 

Esta frase acima foi utilizada por este célebre baiano, reconhecido globalmente como um dos grandes publicitários brasileiros. Nizan extraiu esta frase de um anúncio que criou para vender seus serviços a empresas em pânico, após o Plano Brasil Novo, mais conhecido como Plano Collor, no início da década de 90. Certamente, a maioria de vocês lembra-se de como foi difícil, para milhões de brasileiros, aquele trágico governo de Fernando Collor de Mello. Como não é o assunto deste artigo, não irei me aprofundar.

 

Por que, então, citar Nizan e a sua fantástica frase?

 

Pois bem! O segmento de táxi vem enfrentando há cerca de dois anos o maior desafio de toda a sua história, após a chegada dos aplicativos que trabalham com veículos particulares oferecendo o serviço de transporte de passageiros. Não se fala em outra coisa senão em concorrência. Muitos até desistiram e saíram do sistema. Outros foram e voltaram. Mas, e você? O que você vai fazer? Vai chorar ou vai vender lenço?

 

Há exatos três anos, Nizan escreveu um artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo que trazia dentre outros pensamentos este que reproduzo para você: “AS GRANDES EMPRESAS brasileiras não foram criadas na bonança, até porque momentos de bonança são raros na história do Brasil e da América Latina. Elas FORAM ERGUIDAS enfrentando dificuldades econômicas e políticas. E superaram essas dificuldades SE REINVENTANDO, ENCONTRANDO OPORTUNIDADES nessas crises. SEUS EMPRESÁRIOS não foram só empresários. Nesses momentos, FORAM GRANDES LÍDERES. São líderes que constroem as empresas líderes. Darwin diz que as espécies que sobrevivem não são as mais fortes, e sim as que mais rapidamente se adaptam a novas condições. É de líderes QUE O MOMENTO ATUAL PRECISA”.

 

A regulamentação dos aplicativos chegou e é preciso se adaptar à nova realidade do mercado. É preciso entender definitivamente que o passageiro agora é cliente; que apenas abrir a porta ou carregar a mala não resolve, é necessário muito mais; é preciso estar vestido como um profissional (passe a utilizar fardas e economize); é preciso utilizar todas as ferramentas disponíveis no mercado (maquineta de cartão, aplicativos etc.); é preciso saber se comunicar em outra língua, pelo menos o fundamental {profissionais podem ajudá-los}; é preciso conhecer a história da sua cidade e as opções de roteiros; é importantes possuir um site e estar nas redes sociais de forma profissional, vendendo-se como um empreendedor; é preciso ser líder.

 

Volto a citar Nizan para concluiu: “A crise econômica no Brasil é um fato. Mas não adianta ficar só chorando… Então temos que inovar as formas de fazer”.

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