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Copa América tem boa organização; PM atrapalha acesso no São João

Dois grandes eventos apontados como possibilidade de faturamento para a categoria no mês de junho, o São João e a Copa América tiveram críticas e elogios por parte dos taxistas.

Tiago Fernandez (A-5159), que trabalhou em todas as partidas na Arena Fonte Nova diz que estranhou a falta de continuidade na organização do trânsito na região. “A cada jogo você tinha uma organização diferente. Aparentemente, os agentes da Transalvador e Cotae não sabiam exatamente como estava sendo organizado. Havia uma falta de comunicação entre eles”, explica. Entretanto, o taxista afirma que a atuação foi melhor que a de outros eventos. “Fora isso foi tranquilo. Se for comparar a outros eventos, na Copa América, sem sombra de dúvidas, foi melhor. Não foi perfeito, mas está no caminho certo”.

Sobre o fluxo de corridas, Tiago esperava mais. Para ele, os jogos recebidos pela Arena não ajudaram. “Teve partida com 5 mil pagantes. Mas se pegar o jogo do Brasil, com público de 40 mil pessoas, foi muito bom. Os outros dias o problema foi quantidade pequena de torcedores”.

O taxista Da Paz Gomes (A-6754) confirma a falta de passageiros, que segundo ele foi ocasionada pela atuação dos aplicativos. “A minha única queixa foi a liberação dos aplicativos adentrar a área após o jogo. Eles param, engarrafam. Todos os transtornos foram causados pelos aplicativos”, denuncia.

Sobre a atuação dos órgãos municipais, o motorista diz que “foram bem organizados”. “Apesar dos tumultos a Prefeitura deu todo o apoio”, conclui.

Para o presidente da Associação Geral dos Taxistas (AGT), Denis Paim, o grande problema entre os eventos foi o São João. “A PM quis mandar no trânsito”, revela. “Os dias de São João foram difíceis para a categoria. O Major não nos deixou entrar no Terreiro de Jesus. No último dia, após fazermos pressão, conseguimos a liberação”.

Denis afirma que por não conseguirem chegar ao local mais próximo para pegar o passageiro, o faturamento caiu cerca de 60% em relação aos anos anteriores.

Em relação às notificações e apreensões, Paim diz que não houve um número significativo, mas que alguns taxistas tentaram burlar as filas e foram “notificados severamente”.

 

 

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