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Após trabalhar como bancário e músico, Eloy encontrou no táxi sua profissão

Eloy D’Afonseca, alvará A-5964, 48 anos, casado e pai de dois filhos, está na praça há 16 anos. Antes de entrar na categoria, trabalhou como bancário, mas foi na música que construiu sua história por 17 anos. Ao lado de artistas como Tania Alvez, Zé Paulo e Tiririca, percorreu o país. Entre suas habilidades estão vários instrumentos, mas a percussão é sua especialidade. No currículo também estão trajetos internacionais, garantidos por duas temporadas que viveu na Alemanha fazendo apresentações de música brasileira.
“Wesley Rangel, produtor musical falecido recentemente e ex-proprietário do estúdio WR, era meu cliente no Bradesco e sabia que eu tinha o dom da música”, conta Eloy sobre sua saída do meio bancário para um dos maiores estúdios do Brasil. “Fui chamado para trabalhar na parte administrativa. Mas quando faltava músico eu largava tudo para ir gravar”, confidenciou.

Viajando por vários estados brasileiros, além de outros países, Eloy encontrou outra área que, após o nascimento do primeiro filho, podia lhe dar uma estabilidade que não encontrava na música. “Eu sempre vi que o táxi é uma necessidade em qualquer lugar: Bolívia, Venezuela, Estados Unidos”.

“Aqui foi onde encontrei minha liberdade, minha paz de espírito para trabalhar de acordo com a minha cabeça”, explica. A formação em Comunicação e Marketing pela Unifacs e o trabalho de corretor de imóveis, que exerce, não superam o prazer que o trabalho como taxista lhe proporciona. “O táxi fala mais alto hoje. É o meu porto seguro”.
Com uma ampla opção de clientes, que vão desde músicos e artistas a juízes e procuradores, o táxi é o meio de dar uma boa estrutura à família.

 

 

A categoria – Visando a melhoria do sistema, Eloy foi presidente de uma cooperativa de Salvador e de uma rádio táxi. Firme em seu posicionamento, ele diz que é preciso qualificar o serviço que a categoria oferece “É hora de a gente repensar, porque só ficam os bons. Quem não se aprimorar vai ficar para trás”.
“Outra coisa que me chama atenção hoje são os órgãos fiscalizadores, Transalvador e Cotae. Eu fui multado recebendo um pagamento de cartão de crédito pelo celular”, reclama exigindo bom senso. “O taxista é uma classe que não tem o reconhecimento que merece. Esse é o ponto negativo. O taxista tem que ser respeitado. Lógico que o mau profissional tem que ser penalizado, mas nós não podemos ser confundidos”

 

 

Reflexão – Para Eloy, o tratamento dado ao cliente é um diferencial e é muito importante que sempre se busque o aperfeiçoamento. Utilizar um bom carro, usar um bom traje e oferecer ao cliente além do que se espera, pode trazer bons frutos, como os que ele colhe atualmente.

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